Novo visual


O Exclamações! mudou de visual. Agora mais leve, ele visa facilitar a leitura do internauta que acessa o nosso blog.

Além disso, agregamos ao Exclamações! mais duas ferramentas, que terão como finalidade registrar a quantidade de acessos diários ao blog. Mais; dizer-nos de onde veio e como chegou ao nosso blog o internauta.

Clicando no link que fica abaixo do título Já passaram pelo exclamações!”, localizado no canto superior direito da tela, o internauta poderá ter acesso aos dados de maneira detalhada.

A mudança no Layout ocorreu depois de realizadas algumas consultas às pessoas que acessam o Exclamações!. Antes, ouvi algumas “queixas” quanto ao layout anterior. Diziam alguns dos leitores do nosso blog, que ele dificultava a leitura, que tornava o blog pesado.

Particularmente, sempre gostei do layout anterior. Avaliava que ele tinha mais a ver com o blog, que havia caído como uma luva nele. Apesar, contudo, de também achar que a leitura se tornava cansativa com o fundo preto à tela.

Além das mudanças acima comentadas, outros componentes foram integrados ao Exclamações!. No canto superior direto da tela, há um campo de busca. O leitor do blog poderá pesquisar os textos que já foram publicados no Exclamações!. Para isso, basta digitar o título do texto publicado para que a busca tenha êxito.

O Exclamações! apresenta agora o feed, que tem como finalidade está informando ao internauta cadastrado quando da atualização do Exclamações! Seria algo próximo a um newsletter. Talvez - me arriscaria em dizer - até melhor.

Na internet, o Wikipédia assim define o termo Feed; “Na prática, Feeds são usados para que um usuário de internet possa acompanhar os novos artigos publicados e demais conteúdos de um site ou blog sem que precise visitar o site em si. Sempre que um novo conteúdo for publicado em determinado site, o ‘assinante’ do feed poderá ler imediatamente”. Melhor definiu a enciclopédia virtual para o leitor que quiser ter acesso instantâneo quando algum conteúdo for publicado no Exclamações!

Clique aqui e veja como é melhor a leitura dos textos do blog pelo feed.

Um problema no novo layout do blog até hoje, entretanto, me intriga. A configuração, como bem observou Ana Fontes, “ta meio maluca”. Até hoje não consegui compreender por que o dia da semana, que aparece escrito no canto superior esquerdo do blog, fica por cima do título do texto publicado. Ou seja, encobre o título do texto, impedindo, assim, a leitura do mesmo.

Tanto eu, como Yuri Almeida, não conseguimos entender por que isso acontece até agora. Aliás, foi Yuri quem me ajudou nessa nova configuração, quando estive em sua casa na sexta-feira para reunião de “negócios”.

Espero, contudo, que esse pequeno problema não perdure por muito tempo. Afinal, trabalhamos para tornar as coisas mais fáceis ao leitor de Exclamações!

Por sinal, em enquête realizada em nosso blog recentemente, os internautas solicitaram que os textos publicados no Exclamações! fossem mais objetivos, isto é, diretos. Isto porque, segundo eles, estou escrevendo demais, além da conta, e, como se sabe, não há muito tempo para que todos possam, em seu dia-a-dia, ler textos muitos longos...

Prometo ser mais objetivo, portanto, em meus textos daqui por diante.

Aliás, quero registrar que, em princípio, fui resistente à idéia de mudar o layout do Exclamações!. Gostava do layout anterior - confesso. Mas se é para o bem do blog e, em conseqüência, de todos os leitores que o acessam diariamente, que seja bem vinda às mudanças.

E que os internautas continuem contribuindo com o processo de aperfeiçoamento do Exclamações!

Conto com vocês!

Um forte abraço,
Daniel Ferreira.

"Tocando em Frente" mulheres



“Tocando em frente” é uma linda letra musical de Emir Sader e Renato Teixeira.

Há muito tempo que não a escutava.

Acessando o blog da Ana acabei por ver transcrita a letra da música.

Não estando satisfeito por completo, visitei o Youtube. Lá encontrei a música, cantada por Maria Bethânia.

No vídeo não aparece a minha conterrânea de voz doce. Nele, apenas uma estrada do Estado de Goiás, mas tendo ao fundo a suave voz de Bethãnia.

Uma idéia muito inteligente de quem postou o vídeo integrado à música.

Vale o acesso.

Dedica-se a música, aliás, em especial, ao público feminino que acessa o Exclamações!.

Neste sábado (08/03) se comemora o dia Internacional das Mulheres.

Uma homenagem singela às mulheres, cuja contribuição para a formação do homem é inestimável. Indescritível, eu diria.

Muito devemos a elas. Tamanha a sua importância em nossas vidas.

Portanto, parabéns a todas às mulheres!

Para ter acesso integral a letra da música clique aqui.

Tentei postar o vídeo aqui no blog, mas o mesmo, em várias tentativas, recusou à postagem.

De todo modo, para ter acesso ao vídeo é só clicar aqui.

Ações para o Bem

Ontem (05/03) Carta Maior realizou mais um debate sobre Aquecimento Global, transmitido ao vivo pela internet.

As discussões ficaram centradas em alternativas que busquem reduzir as emissões de gás carbono à atmosfera, um dos principais fatores causador do aquecimento do clima.

O Brasil configura entre os maiores poluidores do mundo. Sua cota fica concentrada na derrubada e queimada das florestas, sobretudo a Amazônica.

Nas cidades, isto é, nos grandes centros urbanos, o que mais contribui para a poluição da atmosfera são os automóveis. Eles estão cada vez mais freqüentes nas estreitas ruas e avenidas de dezenas de médias e grandes cidades brasileiras.

Especialistas debateram também sobre a necessidade de um sistema de transporte público de massa mais eficiente. Isso poderia contribuir para com a redução dos carros nas avenidas das grandes cidades, com os grandes congestionamentos encontrados diuturnamente nelas, assim como com a poluição do ar das mesmas.

Além disso, eles trataram do desenvolvimento de alternativas energéticas, o que já existe no Brasil, mas que precisa ser ampliado e estendido à massa da população.

Na oportunidade, questionou-se o modelo atual de desenvolvimento urbano. O Exclamações!, por sinal, ainda que de maneira superficial, já vem tratando desse tema.

A importância das universidades públicas e privadas começarem a desenvolver projetos, no sentido prático, para a sociedade, e em especial para as comunidades mais carentes de serviços públicos, se faz essencial para o desenvolvimento sustentável que agora se propõe.

O que falta? Vontade política, e mesmo acadêmica, dos reitores aos professores. Essa é a realidade.

Além disso, observou-se que o Brasil possui uma baixa densidade demográfica ante seu imenso território.

O que há, na verdade, apontam ainda os debatedores, é uma intensa concentração populacional nas regiões urbanas - metropolitanas, principalmente. E uma imensidão de terras vazias em outras – além de cidades interioranas cada vez mais perdendo seus habitantes para os grandes centros urbanos.

Uma política, portanto, de desenvolvimento sustentável depende também de ações integradas no que diz respeito ao desenvolvimento econômico/urbano, social e ambiental das e entre as cidades, estados e a União.

Políticas que as integre, sobretudo, de maneira econômica, ao invés de distanciarem-nas, através, por exemplo, da guerra fiscal. Permitindo, por fim, o seu desenvolvimento.

Falando nisso...

A falta de uma política consistente de desenvolvimento urbano sustentável faz com que as cidades enfrentem atualmente vários problemas. Dentre eles se destacam os problemas de ordem econômica, social e ambiental.

O crescimento urbano desordenado é o principal responsável pelo inchaço demográfico nas grandes e médias cidades. Com ele é que se dá a ocupação desordenada do solo. Isso ajuda para com os deslizamentos de terras, promovidos, principalmente, nos períodos de chuvas. Isto porque, na maioria das vezes, as encostas e morros acabam por ser ocupados, de maneira irregular, por famílias de baixa renda.

Em busca de melhores condições de vida, e de maiores oportunidades no mercado de trabalho, essas famílias migram para os grandes centros urbanos. Sem condições de pagar aluguel, passam a ocupar morros e encostas, onde costumam construir as suas casas.

Como o poder público se faz ausente, de várias maneiras, as tragédias continuam a acontecer, pondo em risco a vida dessas famílias, principalmente quando dos deslizamentos de terras no período de chuvas.

Sem estrutura, e desempregadas, elas migram também para a economia informal. Os mais jovens, facilmente, passam a ser cooptados pelo mundo do crime. Aqui, mais uma bomba passa a estar armada.

Enquanto isso, no âmbito acadêmico, defende-se a tese de que o aquecimento global poderá contribuir ainda mais com o processo migratório. É uma hipótese que alguns defendem e outros não.

A busca de alternativas que venham a minimizar os impactos das ações humanas sobre o meio ambiente, é que se faz salutar. E urgente.

O desenvolvimento urbano sustentável é uma das alternativas. A conscientização da população, através da educação ambiental, outra.

Além do desenvolvimento urbano sustentável, a reutilização da água, o aproveitamento da energia solar e da circulação de ventos, por exemplo, contribuirão de maneira significativa na redução dos impactos à natureza.

A reciclagem de produtos descartáveis, como em muitos casos já vem acontecendo, também se faz importante. Além de minimizar os impactos ambientais, gera emprego e renda às famílias de baixa renda. Contribui, também, com o desenvolvimento humano.

Essas e muitas outras ações são importantes ao desenvolvimento sustentável, sobretudo quando saem do campo das idéias e passam a integrar o conjunto das ações práticas dos poderes públicos, das universidades e dos cidadãos.

Utilizar os recursos naturais que dispomos no presente, mas sem exauri-los para as próximas gerações, que precisarão desses mesmos recursos para a sua sobrevivência num futuro próximo, depende muito do que fazemos hoje e do que propomos para o amanhã.

Tudo passa, contudo, por ações de cada cidadão no seu dia-a-dia. E, sobretudo, dos estímulos por parte dos poderes públicos constituídos.

O controle e o ordenamento do uso do solo também são importantes para um desenvolvimento sustentável. A ocupação irregular do solo, como pontuado anteriormente, põe em risco à vida de muitas famílias que, infelizmente, de maneira inocente e irregular, passaram a ocupá-lo.

Portanto, além do controle quanto ao uso e ordenamento do solo, cabe também às autoridades competentes estarem implementando de maneira mais eficaz políticas públicas de habitação para as famílias de baixa renda, que não dispõe de um teto para morar; políticas públicas de geração de emprego e renda, que contribuam também com o desenvolvimento humano e, em conseqüência, econômico das cidades onde elas moram.

A Terra Prometida

Muitas vezes vi algumas pessoas criticando o Brasil, como se tivesse vergonha de aqui morar. Assim, diziam elas, “vou embora daqui”, “não agüento mais esse país”, “que lugar atrasado, tenho que sair daqui”, e coisas do tipo.

A revolta dessas pessoas, e certamente de outras mais, deve estar relacionada a problemas políticos, econômicos e sociais. Na ordem; corrupção, pobreza, violência. Que, como sabemos, já fazem parte de nossa vida cotidiana.

E já estamos até acostumados com tudo isso – por incrível que pareça. Tanto assim que, ao invés de encararmos os fatos de frente, não, damos às costas para eles, como se, de repente, não existissem. Aí, qual o mecanismo de defesa que utilizamos? O de criticar o país onde moramos.

Mais; dizer que daqui vamos embora. Não voltaremos mais. Etc.

Uma viagem, de vez em quando, para o exterior, é muito bom, sobretudo do ponto de vista cultural. E ninguém questiona isso, que fique claro. É certo dizer também que muitos países lá fora acabam por oferecer maiores oportunidades do que o Brasil, que ainda continua a ser a tão sonhada “terra prometida”.

Talvez estejam aqui os dois principais fundamentos, e argumentos, para que alguns brasileiros continuem a cuspi no “prato” que um dia “comeram”.

Muitos, contudo, quando passam a morar fora, sentem saudades do Brasil. De tudo de bom que nós temos, que superam, aliás, e muito, às coisas desagradáveis que insistem em nos acompanhar. Sentem falta das frutas e da culinária brasileira. Do calor humano brasileiro. Do sol tropical. Das nossas riquezas e belezas naturais.

A maioria, certamente, quer retornar. Alguns, depois de anos de labuta, voltarão à terra tupiniquim. Outros, talvez não queiram nem voltar, ou até querem, mas tem medo de voltar e não manter o padrão de vida conquistado lá fora. (Àqueles que conquistaram, né?!).

Quando há uma dessas festas no exterior promovida para brasileiros, a exemplo daquela que acontece anualmente em Nova Iorque, sente-se, ainda que pela televisão, o quanto eles morrem de saudades daqui. Muitas saudades.

Certamente queriam voltar. Até acho que deveriam retornar ao Brasil e se unir aos demais que continuam a lutar por um país mais justo, igualitário nas oportunidades para os teus filhos e muito mais harmônico. Porque somente com o trabalho, a união, a justiça e a educação poderemos ajudar o Brasil a se tornar “a terra prometida” dos nossos sonhos.

A matemática da política

A equação da matemática política é simples; a "direita" defende os seus interesses, dos mega-empresários e mega-empresas, que financiam as suas campanhas. Muitos do que compõem isso que chamamos de “direita” são grandes empresários, donos de extensas áreas de terras. Alguns não perdem tempo no blá-blá-blá da política, e preferem mesmo é pagar àqueles que queiram lhes defender. Isto é, defender os seus interesses. Exemplo típico; a bancada ruralista.

A "esquerda", quando na oposição, “defende” os interesses, ao que se imagina, da população, da maioria pobre, em busca da “revolução socialista”. Isto, em tese a princípio, ao contrário do que se pensa, também beneficiaria a classe média.

Mas, quando a "esquerda" estar no poder, se rende as benesses do mesmo. E passa, ainda que de maneira superficial, ou implícita, a beber da mesma fonte da "direita". Depende, agora, dos grandes e megas-empresários e empresas para financiar as suas campanhas.

Também pensam em perpetuar no poder. Por isso, faz um pacto de lealdade/fidelidade; no discurso, a "simbologia esquerdista", o combate aos grandes empresários, ao capitalismo. Nas ações, o conservadorismo do pessoal do centro à direita.

Tenta-se, a priori, equilibrar os interesses. Isto é, estende-se à mão aos dois lados, tendendo-se mais para o que dispõe de maior força, evidente.

No meio de tudo isso, a sociedade. Nela, em especial, a classe média, cada vez mais achatada, e a massa pobre da população, que corresponde à maioria desta nação.

Até hoje, tanto uma como outra, iludidas, não viram àqueles que ganharam as eleições e ganham $ (muito bem, por sinal) para defender os seus interesses, os interesses da sociedade como um todo, advogar a seu favor. Do bem comum.

Enquanto isso.... A gente vai levando....

... porrada, porrada...

Mas, "até quando você vai ficar sem fazer nada..."??

Que a paz esteja com todos

Advogado formado pela Universidade de Antioquia. Especializado em Administração e Gerência pela Universidade Harvard. Graças à Bolsa Simón Bolívar do Conselho Britânico, entre 1998 e 1999, estudante da Universidade Oxford, na Inglaterra.

Álvaro Uribe Vélez nasceu em Medellín, em 4 de julho de 1952. Ingressou na vida política, relativamente, cedo. Em 1976 foi chefe de Bens das Empresas Públicas de Medellín. Entre 1977 e 1978 passou á secretário-geral do Ministério do Trabalho. Em seguida já era diretor da Aeronáutica Civil, 1980 e 1982. Prefeito de Medellín, em 1982, e, entre 1984 e 1986, vereador da mesma cidade. Entre 1986-1990 e 1990-1994, senador da República Colombiana. Logo em seguida, já era eleito governador do Departamento de Antioquia - 1995-1997.

Em 2001 alcança o posto máximo de sua nação ao ser eleito presidente da Colômbia para o período 2002-2006. Tornou-se o primeiro presidente a ganhar as eleições em seu país no primeiro turno desde que se instalou a medida na Constituição de 1991. Com 53% dos votos, Uribe deixou para trás seu principal concorrente, Horácio Serpa. Em 2006, com a popularidade alta, consegue obter Corte Constitucional favorável à alteração na Constituição, o que lhe permitiu disputar a reeleição em 2006.

Ao longo dos anos, pesquisas de opinião vêm apontando para alto nível de aprovação do seu governo. Algo acima de 70%. Esses índices dar-se, sobretudo, pela sua política de combate às guerrilhas – entre elas a Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, o Exercito de Libertação Nacional da Colômbia e a Autodefesas Unidas da Colômbia. Essa política de combate busca restituir a ordem e a convivência pacífica num país imerso num conflito interno há anos – de busca ao poder, explica-se, envolvendo a extrema direita e a esquerda.

Na Colômbia, seus opositores sempre o acusaram de ter ligações muito próximas com grupos paramilitares de extrema direita. Além disso, um dos pilares de sua política concentra-se em segui á risca o que propôs o conhecido Consenso de Washington. Um conjunto de medidas formulado em novembro de 1989, por economistas ligados a Instituições como o FMI, que propõe a redução dos gastos e da presença do estado, sobretudo para os países em desenvolvimento, como é o caso da Colômbia.

Influência americana - Uribe é o presidente, na América Latina, mais próximo de Bush. Porém, é o mais distante ideologicamente, no nosso continente, no momento, dos demais governos que estão à frente dos países vizinhos. Estar mais à direita do que à esquerda - esta que compõe maioria à frente dos governos, atualmente, dos países da América do Sul.

Os rituais palacianos, muitas vezes, do governo Colombiano, são similares aos dos EUA. Os pronunciamentos, por exemplo, estão mais próximo disto que se escreve.
A maneira como se postam os militares, o próprio presidente e os símbolos escolhidos para os pronunciamentos oficiais, caracterizam, melhor, a aproximação ideológica entre os governos Colombiano e dos EUA.

Isso ficou evidente depois do ocorrido na madrugada deste sábado (01/03), quando 19 guerrilheiros das Farcs foram assinados em território Equatoriano. Entre eles, o principal porta voz da guerrilha, Raúl Reyes – seu nome verdadeiro, na verdade, é Luis Edgar Devia.

O governo de Uribe acaba de promover não só uma chacina político-militar, e violação aos direitos internacionais, quando da “transgressão dos princípios de soberania e integridade territorial”, ao invadir o território Equatoriano, mas uma crise diplomática sem precedentes na historia recente da América do Sul.

O assassinato do principal porta voz das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), Raúl Reyes, em território Equatoriano, criou não só uma crise diplomática envolvendo a Colômbia, Venezuela e Equador, mas também a impossibilidade de negociação e libertação dos mais de 40 reféns que a guerrilha mantém, e vinha negociando a sua libertação com a intermediação de Hugo Chávez, presidente Venezuelano. Seis importantes reféns já foram libertados, desde o início deste ano. A guerrilha pretendia trocar outros prisioneiros por guerrilheiros presos com o governo colombiano.

A Farc luta há mais de trinta anos para chegar ao poder e implementar o que chama de socialismo na Colômbia. Além dela, outras guerrilhas também lutam contra o poder, mas pelo poder.

Há acusações, ainda, de que o ataque do exército Colombiano em território do Equador tenha sido patrocinado pelos EUA, com o fornecimento de armas, informações e tecnologias que facilitassem a chegar aos guerrilheiros e a realização da operação com sucesso.

Essa disputa interna pode causar problemas imprevisíveis às nações envolvidas diretamente (Colômbia, Venezuela e Equador), e mesmo àquelas envolvidas indiretamente – nas negociações para que a crise seja resolvida no campo diplomático e não no militar.

Deseja-se, contudo, que a paz esteja com todos.